Quarta-feira, 28 de Março de 2012

Abney Park


Como nem só de livros e filmes vive o steampunk, e depois de uma exaustiva pesquisa consegui descobrir algumas bandas interessantes que inspiram e se inspiram na nossa estética de eleição. Hoje vou falar nos Abney Park.

Os Abney Park emprestaram o nome de um famoso cemitério londrino, Abney Park Cemetery e começaram em Seattle no longínquo ano de 1997.

No início a banda fundada pelo, então Robert Brown eram apenas mais uma banda gótica, em 2006 com o lançamento do album The Death of Tragedy começaram a alargar horizontes e o seu som passou a integrar elementos world music/fusão. Entretanto nesse mesmo ano deu-se a reviravolta que distinguiu os Abney Park e os tornou únicos, de banda gótica transformaram-se numa banda steampunk. Como parte da transformação, os elementos dos Abney Park construíram personas steampunk para cada um.

Segundo reza a história o avião em que a banda viajava colidiu com o dirigível viajante no tempo chamado Ophelia - é dito por quem sabe de história que o dirigível havia sido construído por um tal de Dr. Leguminous Calgori (uma referência ao filme mudo de 1920, The Cabinet of Dr. Caligari) - durante uma estranha tempestade. Os elementos da banda tomaram o comando da estranha nave e os sobreviventes do acidente formaram os novos e renovados Abney Park.

O agora Capitão Robert Brown, colocou por escrito as aventuras dos elementos dos Abney Park em 2011, no livro The Wrath of Fate, que explora mais a fundo a backstory da transformação de rockeiros góticos em tripulantes de um dirígivel e banda steampunk.

Os Abney Park têem também um jogo de computador e são considerados por muitos fãs e entusiastas de steampunk como uma referência incontornável.

Segunda-feira, 26 de Março de 2012

Incarceron, de Catherine Fisher




Autora: Catherine Fisher
Ano publicação: 2007 (United Kingdom)
Editora: Hodder Children's Books

Sinopse:
Imagina uma prisão tão vasta que contém celas e corredores, florestas, cidades e mares. imagina um prisioneiro sem memória, com a certeza que veio do Exterior - apesar da prisão ter sido selada há séculos e apenas um homem conseguiu escapar.

Imagina uma rapariga numa mansão, numa sociedade em que a passagem do tempo é proibida, presa num mundo do século XVII governado por computadores, condenada a um casamento arranjado, enredada numa conspiração de homicídio que deseja e receia.
Um dentro, outro fora. Mas os dois prisioneiros...imagina Incarceron.

Comentário:
Apesar de ser classificado como um livro para crianças e claramente poder ser colocado no mesmo patamar e nível dos primeiros livros de J.K.Rowling, Incarceron é uma pequena caixinha de surpresas recheada de pormenores deliciosos e todo um mundo, original e interessante. 
Incarceron desperta uma série de questões e dúvidas, numa viagem atribulada pelas vidas dos nossos protagonistas : o que é uma prisão? Será necessário existir quatro paredes a separar-nos do resto do mundo, ou bastam os limites que nos são impostos e nos limitam enquanto criaturas pensantes?
Catherine Fisher e a sua imaginação prodigiosa, conseguem de uma forma brilhante, levar-nos numa viagem pelas sombras e celas de Incarceron e pelos Salões da Cidade de Vidro, acompanhando a luta de Finn, Claudia e dos seus companheiros. A sua escrita fluida e expressiva consegue transmitir ao leitor o medo paralisante do escuro e dos silêncios prolongados, transformando a viagem por entre as capas de Incarceron, uma experiência memorável e marcante.
O esforço da autora é visível, no detalhe dos cenários que descreve vividamente (a húmidade, o musgo e o escuro sufocante que encerra sempre perigos) e nas tramas que tece. O nível de aprofundamento das conspirações e pormenores mais desagradáveis, é claramente menor, e sabe a pouco, pois é um livro para um público mais jovem, mas aqui está um dos pontos interessantes de Incarceron: apesar de ser vocacionado para um leitor jovem e menos experimentado, o seu enredo e personagens apela ao mesmo tempo ao público mais adulto.
Outro ponto a salientar em Incarceron, além de toda a organização da prisão, é o Protocolo. Uma rígida lei imposta por um rei tirano, que proibe todo e qualquer sinal da passagem do tempo, preservando toda a sociedade no século XVII, reservando as inovações tecnológicas para os mais abastados ou para os Sapienti - uma casta de sábios, a quem quase todas as excentricidades são permitidas.
Um livro recomendado para todos os que adoraram Harry Potter e gostam de uma boa história, com um enredo interessante e cenários sempre prontos a surpreender-nos...será que algum dia poderemos ver Incarceron em Portugal?
Classificação
 
Steampunkness:

Comentário originalmente publicado no blog Cantos Quebrados.

Segunda-feira, 19 de Março de 2012

Changeless, de Gail Carriger

Título Original: Changeless
Autora: Gail Carriger
Editora: Orbit
Data de Lançamento: 30 de Setembro de 2010
Origem do Livro: Compra na Book Depository
Sinopse:
Alexia Tarabotti, Lady Woolsey, acorda uma bela tarde encontrando o seu marido, que devia estar decentemente dormindo, a gritar o mais alto possível para um lobisomem da sua envergadura e estatuto. Depois de forma inaceitável, o referido marido desaparece deixando-a sozinha para lidar com um regimento de soldados sobrenaturais acampados à porta do Castelo de Woolsey, um sem número de fantasmas exorcisados e uma Rainha Vitória para lá de furiosa.


Mas Alexia está armada com a sua fiel sombrinha, a última moda e um arsenal de infindável civismo. Mesmo quando as suas investigações a levam rumo à "selvagem" Escócia, um refúgio de coletes pavorosos, ela está preparada: dominando as dinâmicas hierárquicas da matilha de lobisomens, como só um "soulless" pode.

Mesmo assim, consegue encontrar tempo para descobrir o seu marido tresmalhado, isto se lhe apetecer!
Comentário:
Neste segundo livro do "Parasol Protectorate" nota-se um claro esforço da autora, para usar mais elementos Steampunk, no livro. De realçar a invenção de um todo sistema de comunicação através do aether (um gás que existe na atmosfera e que facilita transmissões de ondas através de longas distâncias).
Neste livro ficámos a conhecer um pouco melhor os preternaturais (os poderes e algumas formas como as outras criaturas podem usar os preternaturais para seu benefício), assistimos ao desenvolvimento de alguns personagens secundários (e que desenvolvimento), em especial a espectacular Hisselpenny com os seus chapéus extravagantes e uma nova personagem que irá com certeza surpreender muitos: Madame Lefoux, uma chapeleira francesa que tem muito que se lhe diga ;)

Uma vez mais a nossa Lady Woolsey, escolhe o caminho mais complicado e perigoso para desvendar este mistério dos sobrenaturais perderem os seus poderes assim de um momento para o outro e de um clã de lobisomens teimosos como o lobisomen que a eles deu origem que preferem manter-se humanos a passar muito mais tempo sem um Alpha entre eles.
O final deste livro é impróprio para cardíacos ou quem possa sofrer de problemas de saúde relacionados com cliffhangers :P Um aviso, tenham à mão o próximo volume ou irão passar um mau pedaço! ;)
Classificação:
 Steampunkness:
Comentário originalmente publicado no blog Cantos Quebrados.

JNL

Quinta-feira, 15 de Março de 2012

Riveted - Capa e Sinopse Reveladas


Esta semana Meljean Brook divulgou a sinopse e a capa do terceiro livro da saga "The Iron Seas"... Uma saga que acompanho com muita atenção e entusiasmo!

No site da autora, ela refere que todos os livros da saga "The Iron Seas" são escritos com o intuito de poderem ser lidos sozinhos, como stand-alone, e que neste terceiro livro não teremos os personagens que conhecemos dos outros dois a não ser um cameo do "*coughBlacksmithcough*" - usando palavras da própria.

Data de lançamento prevista: 4 de Setembro de 2012 e já se encontra em pré-venda na amazon, Book Depository e Barnes & Nobles.

Meljean prontamente respondeu a umas quantas FAQ sobre este terceiro livro da saga "The Iron Seas":



Quem serão os personagens principais? David Kentewess e Annika Fridasdottor — ele é um vulcanólogo com próteses mecânicas (algumas mostradas na capa agora revelada e algumas não tão óbvias); ela é engenheira numa nave.

Já conhecemos estes personagens de livros anteriores? Não, e não veremos personagens de outros livros da série, excepto em algumas (poucas) referências a acontecimentos de outros livros. Quero manter os livros da saga The Iron Seas o mais possível como stand-alone, e quero também viajar à volta do Mundo.

Sinopse:
Há 100 anos uma devastadora erupção vulcânica na Islândia forçou os seus habitantes a deixar tudo e fugir, desde esse dia que lendas começaram a rodear o que ficou para trás. Mas a verdade é que o responsável pela tragédia não é de origem mágica como todos acreditam, mas algo mecânico, construído por mãos humanas - a manutenção do véu de lendas e superstições é vital para uma comunidade de mulheres dispostas a tudo para se manterem longe de olhos curiosos e sobretudo livres.

Há cinco anos, Annika Fridasdottor quase expôs a comunidade secreta, mas a sua irmã Källa tomou sobre si a culpa e foi exilada. Agora Annika é engenheira de uma nave,  e passa os seus dias à procura da irmã, para que possam juntas regressar a casa. Mas agora, e uma vez mais, o segredo destas mulheres corre perigo, quando uma expedição científica liderada pelo vulcanólogo David Kentewess embarca na na nave de Annika, com destino à Islândia.

Durante a viagem algo corre terrivelmente mal, e David e Annika ficam isolados num glaciar e perseguidos por um lunático que nada parece conseguir travar...

Para mais informação sobre a autora e os seus livros --> www.meljeanbrook.com

JNL

Quarta-feira, 14 de Março de 2012

Brinde ao Steampunk



Construída ao longo de três anos por Rob Higgs, este saca-rolhas gigante fará as delícias dos fãs de steampunk que sejam também apreciadores de um bom vinho. Perfeito para fazer um brinde ao steampunk, com estilo.

A título de curiosidade, aqui está a máquina a ser utilizada com vinho do Douro:


(via tecca.com)

Terça-feira, 13 de Março de 2012

Soulless, de Gail Carriger


Título Original: Soulless
Autora: Gail Carriger
Editora: Orbit
Data de Publicação: 1 de Outubro de 2009
Origem do Livro: Compra na Book Depository

Sinopse:
A editora de "Soulless", descreve o livro de estreia de Gail Carriger como "uma comédia de costumes passada numa Londres vitoriana, repleta de lobisomens, vampiros, dirigíveis e muito chá." No centro do Pretectorado da Sombrinha de "Soulless" encontra-se a jovem Miss Alexia Tarabotti, que além de lhe faltar um noivo, sobre também da fatídica falta de alma. E os seus problemas não se ficam por aí: quando ela acidentalmente mata um vampiro, dá início a uma série de acontecimentos que não conseguirá resolver sozinha... aí entra em acção o charmoso Lord Connal Maccon.

Comentário:
Soulless é o primeiro livro da saga de Alexia Tarabotti.

Gail Carriger "constrói" uma Londres governada pela Rainha Vitória e um Parlamento de Ministros humanos e sobrenaturais, cada um presidindo aos problemas das suas espécies.

Um dos pontos fortes de "Soulless" é a escrita de Gail Carriger, e o seu humor refinado, espirituoso e deliciosamente vitoriano. Uma das coisas a que mais importância dou, enquanto leitora é sem dúvida a construção dos personagens e do mundo em que se movimentam. E esta Londres recheada de criaturas sobrenaturais, paranormais e preternaturais, fez-me "mergulhar" no mundo de Alexia Tarabotti. 

Fiquei cativa da atitude de spinster de Alexia e de Maccon com o seu porte régio de Earl e completamente "rough on the edges" como todos os lobisomens devem ser (pelo menos nesta minha cabeça ;) ), e da relação que os dois desenvolvem.

Quantas e quantas vezes dei por mim a "gigglar" (alguém me assegurou que a expressão existe (^.^) ) sozinha com as referências púdicas e reservadas ao longo do livro, a coisas que por vezes são exploradas de forma exagerada e postas literalmente "a nú".

Resumindo, "Soulless" é claramente uma boa aposta para os amantes do já tão em voga Romance Paranormal (veja-se a quantidade de obras deste géneros publicadas um pouco por todo o mundo), mas sobretudo para os que como eu pretendem descobrir um pouco mais do maravilhoso mundo do Steampunk.
 

Muitas das pontas que ficam por atar, são claramente o mote para os restantes livros da saga de Alexia Tarabotti e companhia. Saga essa que vou acompanhar avidamente! ;)

Este primeiro livro não tem muito de steampunk, apesar de ser anunciado como tal, poderia mesmo classificá-lo apenas numa categoria de Romance Paranormal Vitoriano. Mas o mundo criado por Gail Carriger, o humor refinado das referências com que a autora polvilha a história e acima de tudo os personagens (Alexia, Ivvy, Lord Akeldama, entre muitos outros) fazem-me desejar conhecer mais e ler a restante saga.

Classificação:

 Steampunkness:


Comentário originalmente publicado no blog Cantos Quebrados.


JNL

Segunda-feira, 12 de Março de 2012

Lady Mechanika #1, de Joe Benitez


Título: Lady Mechanika No. 1
Autores: Joe Benitez (conceito, texto e desenho), Peter Steigerwald (cor), Josh Reed (lettering)
Editora: Aspen Comics
Data de Publicação: Janeiro de 2011

Na minha procura por séries de banda desenhada steampunk (ou inspiradas por steampunk), encontrei “Lady Mechanika”, de Joe Benitez, graças às sugestões sempre acertadas do pessoal do Mundo Fantasma (obrigada Marco!). Rapidamente deu para perceber que esta é uma série notoriamente difícil de encontrar – infelizmente, eles só tinham os fascículos #1 e #2. As minhas buscas cibernéticas pelo #0, ou a edição com os primeiros fascículos, a um preço aceitável, foi infrutífera. Isto é bom sinal para a série, mas péssimo sinal para a minha carteira, pois depois de ler este fascículo fiquei fã.




Uma vez que não tive oportunidade de ler o fascículo #0, posso ter saltado algo importante da história à frente, mas o #1 foi o suficiente para me abrir o apetite para o resto da série. O cenário é uma época victoriana alternativa. Mechanika, a cidade tecnologicamente mais avançada da British Commonwealth, dá o nome à heroína, Lady Mechanika, uma rapariga que é parte humana, parte máquina, e que foi encontrada fechada num laboratório, rodeada de corpos mutilados, sem qualquer memória de quem era. Com as suas habilidades únicas, transformou-se num detective privado, ao mesmo tempo que procura incessantemente pistas sobre a sua vida passada e sobre quem terá sido responsável pela sua transformação.

Neste fascículo, uma jovem rapariga com garras mecânicas é perseguida através de um bosque e acaba por fugir num comboio que vai em direcção a Mechanika. Estará esta rapariga relacionada com Lady Mechanika? Quem serão os seus atacantes, que parecem conhecer e temer a nossa heroína?




Para além da qualidade da história, algo que salta à vista nesta série é a qualidade das capas. Há várias para cada fascículo, todas diferentes, e todas absolutamente lindas. Dentro do fascículo, a arte não perde qualidade. As cores, o desenho, os painéis, as texturas, contribuem para uma atmosfera belíssima que mistura elementos industriais, sci-fi e victorianos, o suficiente para agradar a qualquer fã de steampunk. E no fim do fascículo, a Steampunkitchen, com receitas (verdadeiras!) inspiradas na série, é um toque invulgar e divertido.

Em suma, um deleite para os olhos de qualquer fã de steampunk, com uma história suficientemente misteriosa para nos manter interessados, e uma heroína forte, inteligente e fã de corpetes e goggles. Que mais podemos pedir?

Para ler mais sobre "Lady Mechanika"
Página oficial no Facebook ----> Link
Página do Joe Benitez ----> Link

Classificação:

Steampunkness:

SR

Domingo, 11 de Março de 2012

Clockwork Angel, de Cassandra Clare



Título Original: Clockwork Angel
Autora: Cassandra Clare
Editora: Walker Books (Editado em Portugal pela Editora Planeta.)
Data de Publicação: 31 de Agosto de 2010
Origem do Livro: Compra na Book Depository

Sinopse:
Quando Tessa Gray chega à cidade Londres governada pela Rainha Vitória, algo terrífico a espera no Downworld londrino...onde vampiros, feiticeiros e outras criatura sobrenaturais se movimentam silenciosamente nas ruas mal iluminadas e repletas de sombras.
Sem amigos, sem ter para onde ir e perseguida por uma sociedade secreta, Tessa encontra abrigo junto dos Shadowhunters, um grupo de soldados devotados a libertar o mundo de demónios. Cada vez mais absorvida pelo seu mundo fascinante, ela cada vez masi se sente dividida entre dois bons amigos e rapidamente aprende que a magia mais perigosa de todas é o amor.

Comentário:
Depois do sucesso da saga "The Mortal Instruments", Cassandra Clare traz-nos uma nova saga-prequela. Clockwork Angel é o primeiro livro da saga "The Infernal Devices" e promete!

Clockwok Angel é um livro captivante que devorei em relativamente pouco tempo(apesar de um arranque lento), atraída pelas personalidades de Will, Jem e Tessa. Três personagens que com a escrita  de Cassandra Clare ganham densidade e conseguem criar um laço de empatia com o leitor (Tessa por vezes fazia-me revirar os olhos, mas depois lembrava-me que o personagem tem apenas 16 anos e que passou por momentos um tanto ao quanto complicados).

Como já muitas vezes referi, para mim personagens tridimensionais, imperfeitos e humanos (com as suas naturais limitações), são um dos pontos fulcrais de um bom livro, sendo um bom ponto de partida para a construção de mundos e narrativas coesas. E em Clockwork Angel, temos personagens imperfeitos (Will), limitados, neste caso por um problema de saúde (Jem) e uma rapariga de 16 anos atirada para o meio de um mundo que não conhece e hostil, em que todos lutam por a controlar.

Clockwork Angel foi dos primeiros livros que li dentro da estética Steampunk, e é um bom livro que quem aprecia o género, um triângulo amoroso e uma narrativa light. Não vos vou dizer que tudo vai bem no mundo de Cassandra Clare, mas é um bom companheiro para umas horas de entretenimento vitoriano.

Aguardo impacientemente o lançamento de Clockwork Prince, o livro dedicado ao meu personagem favorito, Jem. Espero que a história seja capaz de me surpreender novamente e que algumas das perguntas que ficaram no ar sejam respondidas.

Mais para ler sobre "Clockwork Angel"
Clockwork Angel: Of Loss (The Infernal Devices Shorts #1.2) ----> Link
Uma deleted scene em exclusivo na Amazon (passada no fim de Clockwork Angel e antes dos acontecimentos de Clockwork Prince) ----> Link


Classificação:


Steampunkness

Comentário originalmente publicado no blog Cantos Quebrados.

JNL

Apresentação

Bem-vindos ao Clockwork Portugal!

Esta página pretende ser um ponto de encontro para amantes do Steampunk em Portugal. Terá opiniões, vídeos, música e partilha de eventos relacionados com este género / estética, cada vez mais popular no nosso país. A equipa por detrás do Clockwork Portugal está também envolvida com a organização da participação portuguesa na Euro Steam Con (iremos disponibilizar mais informações brevemente).

O site é ainda um work-in-progress, mas podem já ir a esta página para saberem um pouco mais sobre Steampunk. Podem também conhecer a equipa aqui.

Se tiverem sugestões e ideias sobre o que gostariam de ver aqui, teremos todo o gosto em ouvi-las!

SR